quarta-feira, 13 de junho de 2018

Memórias Tecnológicas.
A interdisciplina de Tecnologia,nos fez refletir sobre o uso da tecnologia na aprendizagem,assim como a evolução das mesmas no decorrer dos anos.
Puxando pela minha memória,voltei ao tempo em que eu criança cheguei na escola,me deparando com aquele imenso quadro verde e gis branco,depois vieram o mimeografo(que em algumas escolas ainda resiste ao tempo e seus avanços),gis colorido era um acontecimento para nós alunos,ficávamos maravilhados.
Depois aparelhos de slides,retroprojetores,televisores,videos cassetes,rádios,DVDS,e assim por diante,até ao que possuímos hoje de mais moderno e tecnológico.
udo isso pode tornar as aulas mais atrativas aos nossos alunos,mas para isso precisamos saber usar essas tecnologias de maneira correta, a nosso favor.
Hoje,eu enquanto professora vejo que as tecnologias avançaram muito,principalmente com a chegada da internet .Temos muitos recursos tecnológicos para nos auxiliar na construção da aprendizagem em sala de aula,que fogem do domínio de muitos professores,e eu ,me incluo nesse grupo.
Pois até entrar no curso Pead da UFRGS,eu era quase uma analfabeta digital,sabia apenas entrar em redes sociais,pesquisar uma coisinha ou outra,não tinha muita noção da ferramenta que tinha em mãos.
Ainda me sinto em processo de alfabetização digital.
Vejo que o caderno e o lápis já deveriam ter sidos substituídos nas escolas,ou ao menos serem um material de apoio eventual,creio que o processo de alfabetização seria muito mais rápido ,se cada aluno pudesse fazer uso da internet em sala de aula,pois os alunos que Ttemos em nossas escolas nasceram em uma era digital.
Vejo como um novo desafio,utilizar as ferramentas tecnológicas e a informática em sala de aula.
domingo, 10 de junho de 2018
ESCOLA SEM MUROS.
NOS FOI PROPOSTO EM UMA AULA PRESENCIAL,PLANEJARMOS (EM GRUPO) UMA ESCOLA EM OUTRO PLANETA,A ESCOLA DE NOSSOS SONHOS,QUE DEVERIA SER EM OUTRO PLANETA,UM PLANETA IMAGINADO POR NÓS.
CHEGAMOS AO CONSENSO DE QUE A NOSSA ESCOLA SERIA SEM MUROS,E QUE OS ALUNOS IRIAM APRENDER AQUILO QUE GOSTARIAM,DE ACORDO COM SUAS NECESSIDADES E ANSEIOS,CLARO QUE SENDO ESCOLHIDO EM UMA DEMOCRACIA,ONDE O PROFESSOR SERIA O MEDIADOR DA APRENDIZAGEM DESSES ALUNOS.
OS CONTEÚDOS DESSA ESCOLA DEVERIAM SER SIGNIFICATIVOS PARA OS DISCENTES,OS HORÁRIOS SERIAM ORGANIZADOS DE MANEIRA QUE CONTEMPLASSEM A TODOS.
NESSA ESCOLA SEM MUROS HAVERIA UMA EQUIDADE ENTRE TODOS,ONDE AS DIFERENÇAS SERIAM RESPEITADAS,OS PAIS DESSA COMUNIDADE ESCOLAR,SERIAM PARTICIPATIVOS E FARIAM OS SEUS PAPEIS DE PAIS,EDUCANDO,PROVENDO O SUSTENTO,DANDO AMOR E AUXILIANDO SEUS FILHOS EM SUA VIDA ESCOLAR E SOCIAL.
PREPARARÍAMOS OS ALUNOS PARA SE TORNAREM CIDADÃOS CRÍTICOS E REFLEXIVOS.
OS PROFESSORES DESSA ESCOLA SERIAM RECONHECIDOS E VALORIZADOS PELA SOCIEDADE,E TODOS ESTARIAM ENVOLVIDOS NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO.
Comênio – Didática Magna
Com a atividade da interdisciplina de didática, conheci um pouco de Comênio o filósofo, teórico, cientista, homem visionário, que mesmo tendo vivido a trezentos anos atrás, seus pensamentos e teorias, são bem atuais para a educação.
Desenvolveu a sua Didática Magna com o intuito de orientar os educadores de ensino, criando assim, um tipo de acordo a ser usado pelas instituições de ensino.
Comênio enxergava a criança, como nós vemos elas nos dias atuais, como um ser único, inteligente com sentimentos e capacidade. Ele também defendia que a escola era para todos.
Uma luta que ainda, continuamos na atualidade , pois infelizmente, há muitas crianças longe do ambiente escolar, umas porque nunca entraram numa escola, outras por que entraram numa escola, outras, por que entraram, mas não conseguiram permanecer, pois as vezes não são contempladas em suas necessidades, o que acaba deixando essas crianças desestimulados a continuar na escola.
Embora Comênio fizesse parte de uma organização cristã protestante, ele era contra a educação proposta pela igreja, o academicismo literário doutrina escolástica e o sarcasmo pedagógico.
Ele achava que as escolas deveriam estimular seus alunos, oportunizando experiências concretas, e que devia-se valorizar o lado humano, tornando a aprendizagem algo prazeroso e estimulante.
Referência;
Gasparin, João Luiz Comênio ou arte de ensinar tudo a todas. Campinas; Papirus 1994. P 41-42.

MAQUINARIA ESCOLAR.
Maquinaria
escolar ...É a reprodução dos objetivos da sociedade, mas cabe a nós
professores, membros da instituição escola como diz Paulo Freire, não sermos
neutros, agir de forma a formar e formados críticos, autônomos atuantes dentro
da sociedade, aproveitar que a escola pública obrigatória e gratuita foi
instituída por Romanones em princípio no
séc. XX tornando os professores
funcionários do estado e adotando medidas concretas que proibia o
trabalho infantil antes dos dez anos. Cabe a nós fazer bom uso desse aparato
todo que foi criado como, espaço especial, corpo docente, e reverter nosso
papel agindo como um verdadeiro construtivista transformados que forme sim mas
para a vida, para a transformação para a criação de um mundo livre, justo,
crítico e melhor. Nos colégios jesuítas não separavam por idades em principio
iniciavam aos 6, 12 anos nível de instrução, conhecimento do latim, que servia
para agrupar pequenos e maiores, a partir do séc. XVIII o internato se
generaliza como uma instituição mais apropriada para sua educação. Nesta época,
o consenso família-colégio parece estar já em marcha nas classes sociais
elevadas. Surge uma época em que tudo é proibido, buscar exemplos de santidade
no menino jesus, criação de festas religiosas, entre as quais sobre saia a
primeira comunhão, Rousseau chamou essa fase de idade psicológica. No séc. XIX
o bebê aparece como nova figura. Esta designação linguística afetam a infância
rica e formam parte de sua própria definição. As classes pobres seguem
conferindo a infância, como manifestam em sua linguagem, um caráter amplo e
impreciso, sai-se dela quando se sai da dependência. E as crianças continuam
enclausuradas agora nas escolas onde são obrigadas a ficar por tempo certo, com
objetivos prés definidos por autoridades de formar para o trabalho, para servir
aos objetivos das classes dominantes, porem nós construtivistas colocamos a
criança no centro de nossos objetivos não podemos compactuar com os objetivos
maiores de enclausurar nos abrigos, orfanatos, escolas apenas para cumprir
nossa função social, criança agora é um ser atuante, existente, que já nasce
com direitos, e é eles que decidem como e o que caminho é importante utilizar
para trilhar e chegar a descoberta do novo. Foi preciso passar por vários
processos de transformação de nomes, valores do que é ser criança, de
tratamento, sofrimento para se chegar hoje em pleno séc. XXl com essa
oportunidade de dar a elas o que é de direito o direito de ter direito, o
direito de ser o centro do caminho, doa objetivos, da inclusão da esperança
pois é só através delas que teremos um mundo melhor.
segunda-feira, 4 de junho de 2018
EJA.
Adultos e jovens, como sujeito de conhecimento e aprendizagem.
Eu pouco sabia sobre o EJA ( Educação de jovens e adultos) sabia apenas que era uma educação, ou melhor dizendo um sistema de ensino voltado para jovens e adultos que por um motivo ou outro não conseguiram frequentar a escola na idade “certa".
O trabalhado com os alunos do EJA, é desafiador para nós professores, principalmente para professores, que como eu, estão acostumados a trabalhar apenas com crianças .
No EJA,passamos a lidar com alunos adolescentes e adultos, que sentiram a necessidade de buscar e aprofundar seus conhecimentos, para se tornarem capacitados há buscar um lugar melhor na sociedade tornando-se um cidadão crítico e um profissional capacitado.
Nós professores, precisamos estar preparados para atender esse público e seus anseios .
O texto de Marta, nos mostra alguns conceitos básicos pedagógicos, para que possamos desenvolver melhor nossa prática pedagógica com os alunos do EJA, nos fazendo refletir sobre o para quem ensinar, o que ensinar e como ensinar.
Devemos analisar, a turma que temos, suas realidades, necessidades e diferenças, para assim fazermos o nosso planejamento pedagógico.
Precisamos motivar esses alunos, para que eles se mantenham focados, na busca e na construção do seu conhecimento, fazendo com que essa aprendizagem seja significativa a esses alunos, para que assim ocorra de fato uma mudança em suas vidas,com o conhecimento construído por eles com a mediação de seus professores .
Referências Bibliográficas
Marta Kohl de Oliveira.
Escola Democrática.
Assistimos o vídeo “escolas democráticas”, em nossa aula presencial, que nos mostrava através de uma animação, a rotina do cotidiano escolar em uma escola tradicional, como a maioria das escolas da atualidade ainda são, alunos enfileirados, um atrás do outro, em silêncio, fazendo o que lhes é proposto, alunos desestimulados.
Ou seja, esse vídeo mostra o oposto de uma escola democrática, pois o vídeo nos mostra um espaço escolar e uma rotina onde tudo é controlado, por professores e direção.
O som do tic e tac do relógio, na animação, me fez pensar o quanto é entediante e enfadonho, até mesmo para nós adultos, ficarmos parados durante quatro horas em uma sala de aula.
Ou seja, esse vídeo mostra o oposto de uma escola democrática, pois o vídeo nos mostra um espaço escolar e uma rotina onde tudo é controlado, por professores e direção.
O som do tic e tac do relógio, na animação, me fez pensar o quanto é entediante e enfadonho, até mesmo para nós adultos, ficarmos parados durante quatro horas em uma sala de aula.
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